 Considerada uma das pioneiras do movimento da nova dança portuguesa, a carreira de Clara Andermatt revelou, ao longo dos anos, uma identidade artística particularmente singular no panorama artístico nacional e internacional, e um percurso que, indubitavelmente, deixou a sua marca na história da dança contemporânea portuguesa e lhe trouxe o devido reconhecimento público. Ao longo da sua carreira, coreografou quatro peças para o Ballet Gulbenkian: Cemitério dos Prazeres e 4 Árias de Ópera em 1996, neatnet em 2000 e O Canto do Cisne em 2004.
Clara Andermatt é regularmente convidada a criar para outras companhias, a leccionar em diversas escolas e a participar como coreógrafa em peças de teatro e cinema.
Ao longo da sua carreira, Clara Andermatt tem sido distinguida com diversos prémios dos quais destaca: 1982-83 Bolsa Bridget Espinosa – Londres; 1983 The Best Student Award do London Studio Centre e 2º Prémio de Coreografia do London Studio Centre com a peça Cake Walk – Londres; 1989 1º Prémio do III Certamen Coreográfico de Madrid com a coreografia En-Fim; 1992 Menção Honrosa do Prémio Acarte/Madalena Perdigão da Fundação C. Gulbenkian com a coreografia Mel; 1994 Em conjunto com o coreógrafo Paulo Ribeiro, é distinguida com o Prémio Acarte/Madalena Azeredo Perdigão da Fundação C. Gulbenkian com a obra Dançar Cabo Verde; 1999 Prémio Almada, atribuído pelo Ministério da Cultura, pela obra Uma História da Dúvida, também eleita Espectáculo de Honra do Festival Internacional de Almada
Coreografa Invitada del Dptº Contemporáneo RCPD"Mariemma", con la creación coreografica O TOQUE, para el 5º curso de la promoción 2010/2011. Estreno en el Teatro de la RESAD./marzo 2o11.
photo: ACCCA |